terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Coffes et Pizzensis (Panis et Circensis)
Londrina se tornou uma cidade referência, no que tange a gênese do espaço político. Muito embora, às vezes (ainda) parecemos ultra-retrógrados devido a incontáveis minis ou macros escândalos que envolvem a esfera política pé vermelha. Na verdade, isso se dá porque aos atores sociais envolvidos na política, seja na condição de bastidores, seja na de palanques, ou ainda reportagens, a única coisa que é certa é justamente a incerteza, ou seja, na medida em que os indivíduos se politizam, mais começa a fazer parte dos imaginários destes atores envolvidos na trama, que na política tem-se a idéia de “quanto mais se pratica, mais se vê-la (política) como incerta”.
Até mesmo por isso é que a maior fatia da sociedade londrinense ainda tem determinada dose de paciência para literalmente agüentar essa cena. Pior ainda: não importa em que lado você está: pode ser desde um burguês boçal ao trabalhador que mal espera chegar o fim do dia para ele poder ver seu “i meil”.
E infelizmente companheiros, tenho que admitir: o retrato da compreensão avançada de qualquer campo do conhecimento, está (pasmem os Senhores!) infinitamente ligado a classe da burguesia, no sentido marxista, do ponto de vista, do que achamos que conhecemos do chamado “socialismo utópico”. Portanto, Senhoras e Senhores: ainda temos muito a avançar no sentido do que achamos ser o melhor sistema para se governar ou governar-se e mais aos próximos, o que é um tanto quanto complicado, mas vemos diariamente mais aventureiros e pára-quedistas se lançando na imensidão da política, achando que ela é feita apenas para se acumular patrimônio (não importando qual forma seja) ou pior, para se lesar aquele, por quem você terá (ou teria) que gerir um maior carinho, até mesmo maior do que aquele carinho que você dedica a sua família, no estrito significado da palavra. Aquele que ainda hoje vive de Coffes et Pizzensis.
Londrina, 01 de dezembro de 2008.
Renato Cristopher Santos
Sociólogo – Londrina
e-mail: renatosoberano@hotmail.com
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Resumo político da semana 21/11
Romanelli pede que Ibama não multe agricultores
O deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), líder do Governo na Assembléia Legislativa, pediu ao IAP e ao Ibama que suspendam as multas aplicadas aos pequenos agricultores paranaenses que ainda não se adequaram à legislação federal no que diz respeito à destinação de 20% para reserva legal e à recuperação das matas ciliares em suas propriedades. “O IAP e o Ibama devem ter cautela nesta questão já que a Assembléia Legislativa discute uma nova legislação que vem de encontro à preservação e à recuperação das matas e dos rios paranaenses”, disse Romanelli ao se referir ao projeto apresentados pelos deputados Teruo Kato (PMDB) e Luiz Eduardo Cheida (PMDB). A proposta dos dois deputados permite a compensação da reserva legal desde que o produtor refloreste ou adquira áreas no mesmo bioma ou bacia hidrográfica em que a propriedade está localizada. “Há casos também em que se o pequeno agricultor cumprir a legislação praticamente inviabiliza qualquer tipo de produção na sua propriedade. E ainda casos de multas que ultrapassam o valor da propriedade. O IAP e o Ibama devem rever essas multas imediatamente”, defende Romanelli.
Reserva legal
A reserva legal foi instituída pela lei 4.771, de 1965, e alterada pela lei 7.803, de 1989. Cada propriedade rural deve destinar 20% da sua área para a recomposição da mata nativa. O prazo final é o ano de 2018, no entanto, desde 1999, o produtor é obrigado a isolar 1% ao ano de reserva legal para se completar os 20% no final do prazo.
Casas em Arapongas
O presidente da Companhia de Habitação do Paraná, Rafael Greca, entregou as chaves de 134 casas referentes à terceira etapa do conjunto habitacional Araucárias, em Arapongas, maior conjunto habitacional do Estado, com 500 unidades.
Kaneko Ikeda
A pacifista Kaneko Ikeda recebeu o titulo de Cidadã Honorária do Estado do Paraná. A proposição para a Cerimônia foi feita pelo deputado Luiz Nishimori (PSDB), um dos representantes da comunidade japonesa no Parlamento.
Alvaro e Gabeira
O senador Alvaro Dias (PSDB/PR) foi eleito o melhor senador do País. Depois de dois meses, a votação promovida pelo site Congresso em Foco aponta o senador com o dobro dos votos do segundo colocado. O deputado mais votado foi Fernando Gabeira (PV/RJ). Alvaro Dias recebe o Prêmio Congresso em Foco 2008 no próximo dia primeiro de dezembro.
Pedágio fora do eixo
“E para um caminhão de seis eixos, sabe quanto uma carreta que transporta 27 mil e quinhentas toneladas de soja para o Porto de Paranaguá vai pagar? R$ 63,00. Só em um pedágio” – trecho do pronunciamento do deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), ao criticar o aumento proposto pelas concessionárias de pedágio no Paraná.
Câncer de mama
Uma das precursoras na luta pela prevenção ao câncer de mama no Paraná, a deputada Cida Borghetti (PP) destacou a importância de novas iniciativas de prevenção à doença. No entanto, a deputada disse que não se pode negar os avanços conquistados no Estado nos últimos anos, especialmente a partir de 2005, quando foi instituída a lei 14.854, determinando a realização de campanhas de esclarecimento, exames e outras ações visando a redução dos índices de mortalidade no Estado.
O QUE FOI DITO
"Se queremos ter uma sociedade mais saudável em todos os aspectos, é fundamental que tenhamos uma boa legislação, com Orçamento e políticas públicas bem definidas para atender a criança desde antes da sua concepção - por meio de cuidados com a saúde da mulher -, compreendendo toda a gestação e ainda no decorrer da primeira infância."
Do senador Flávio Arns (PT-PR), durante debate na Semana de Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Festa com guloseimas para crianças do IPCC
Com muita brincadeira, bolo, refrigerante e guloseimas, meninos e meninas da Vila Sandra, Nova CIC e Vila Torres comemoraram nesta terça-feira (7) o Dia das Crianças. A festa faz parte da programação preparada pelo Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC) e instituições parceiras para a entrega de doces, até o fim da semana, a 30 mil crianças.
Nesta terça, a entrega foi feita 760 crianças na Associação de Moradores das Moradias Zimbros, na Cidade Industrial de Curitiba, e no Centro Vicentino de Educação Infantil Santa Luiza, na Vila Torres. Em festas como essa serão entregues doces a 4 mil crianças nas nove regionais. Outras 26 mil crianças receberão as guloseimas diretamente nas 270 instituições em que são atendidas.
Os doces foram entregues pela presidente do IPCC, Helena Pereira Oliveira, que agradeceu o apoio dos parceiros e destacou a importância do atendimento à infância e adolescência. A presidente da Fundação da Ação Social, Letícia Codagnone Raymundo, também participou da festa.
O presidente da Associação do Moradias Zimbro, Geraldo Turcato, comemorou não só a distribuição dos doces, mas a possibilidade de reunir tantas crianças e suas famílias. "Mobilizamos a vila inteira, foi muito bom. Todo mundo colaborou preparando esta festa para as nossas crianças", disse ele. Na Vila Sandra foram distribuídas guloseimas a 550 crianças.
Com oito anos de idade, o garoto Maikon não escondia sua alegria com a festa. O bolo, disse, estava uma delícia e esta, contou, foi a primeira vez que participou de uma festa do Dia das Crianças. Para divertir ainda mais as crianças na Vila Sandra, a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer armou brinquedos infláveis no local da festa.
A festa em comemoração ao Dia das Crianças, com brincadeiras, bolo e distribuição de doces, se repetirá nesta quarta-feira (8), na Igreja Imaculada Conceição, na Regional Cajuru, e no Lar Dona Nenê, no Xaxim.
Veja a programação de entrega das guloseimas
Dia 8 de outubro de 2008 (quarta-feira)
Regional Cajuru
Horário: 14h30
Local: Igreja Imaculada Conceição - Alcides Vieira Arco Verde, 244 - Savana
Regional Boqueirão
Horário: 16h30
Local: Associação Cristã Lar Dona Nenê - Rua Dante Honório 1129 - Xaxim
Dia 9 de outubro de 2008( quinta-feira)
Regional Portão
Hora: 13h30
Local: Circo da Cidade
Avenida Raul Pompéia, s/n - esquina com Rua Waldemar Cavanha
Regional Bairro Novo
Horário: 16h30
Local: CRAS Madre Tereza
Rua Guacuí S/N ao lado da escola Estadual Yara Bergaman - Osternack
Dia 10 de outubro de 2008 (sexta-feira)
Regional Boa Vista
Horário: 10 horas
Local: ASTRAU - Associação Santa Terezinha de Reabilitação Auditiva
Endereço: Rua José Veríssimo, 220 - Tarumã
Regional Santa Felicidade
Horário: 15 horas
Local: Escola Municipal João Stival
Rua João Budel, 163 - Butiatuvinha
Dia 12 de outubro de 2008 (domingo)
Regional Pinheirinho
Horário: 15h30min
Local: CRAS Santa Rita
Endereço: Rua Carlos Munhoz da Rocha, 628 - Tatuquara -
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Deputado é acusado de ficar com parte do salário de assessores e de lavar dinheiro
Publicação: 29/06/2008 09:15 Atualização: 29/06/2008 09:21
Há duas semanas, o londrinense Luciano Ribeiro Lopes desembarcou em Brasília portando um envelope lacrado que revela detalhes de quem testemunhou de perto a ascensão do deputado Barbosa Neto (PDT-PR). Afinal, Luciano coordenara sua campanha à Câmara, chefiou seu gabinete e, nos últimos meses, preparava o caminho para eleger o radialista prefeito de Londrina, no interior do Paraná. O envelope entregue ao procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, contém um dossiê com 40 páginas, um DVD com gravações, notas fiscais e contratos que, segundo Luciano, mostram o lado "desconhecido" da atuação de Barbosa Neto. Antonio Fernando não abriu investigação contra o parlamentar, mas o ex-braço direito dele é categórico sobre o que o deputado fez no Congresso. "O gabinete do Barbosa Neto se transformou num balcão de negócios", dispara.
Luciano narra ao procurador a forma como o parlamentar se apropriava de salários dos funcionários. Contou detalhes ao Correio. Com uma câmera escondida, o então homem de confiança do deputado colheu em abril a confissão de Rogério Bertipaglia. Amigo há 20 anos do deputado e ajudante-de-ordens na campanha de 2006, Rogério disse a Luciano, na gravação, que o cartão para sacar seu salário da Câmara, no valor de R$ 7,8 mil, ficava com a esposa do parlamentar, Ana Laura Lino Barbosa.
No primeiro semestre do ano passado, Rogério teve que ser internado por intoxicação com drogas, foi exonerado, e sua mãe, Conceição, nomeada em seu lugar. E a prática continuou, disse Luciano. "A Ana Laura dá R$ 400 por mês", admite na gravação o pai de Rogério, Anísio Bertipaglia, ao ex-chefe de gabinete. "Os que eu pari estão em casa, o Rogério não é meu filho", respondeu Ana Laura segundo conta Luciano.
Além de Rogério, Luciano disse que o deputado nomeou funcionários que sequer trabalhavam. Tinha comissionado que despachava na sede da rádio que Luciano afirma ser do deputado, a Brasil Sul. Ele aponta Valtair Silva, vulgo Café, como uma das pessoas que estavam nessa situação. Café era organizador do campeonato de futebol amador da rádio do deputado, conta ele. "Fui eu quem indiquei o médico para o Café fazer o teste admissional", afirmou o ex-assessor. "Mas ele nunca apareceu para trabalhar."
Segundo o braço direito do parlamentar pedetista, não havia 10 pessoas que efetivamente trabalhavam para o deputado, metade na capital e a outra parte em Londrina, o reduto político dele. Mas, contabiliza Luciano, havia o dobro de nomeados. Desde novembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) investiga Barbosa Neto por ter se apropriado de recursos de funcionários da época em que era deputado estadual.
Rádio e ONGs
Luciano contou que o deputado se valia da rádio para fazer acertos financeiros. O chefe de gabinete disse que, com os recursos da verba indenizatória, pagava-se combustível para três automóveis da rádio e da mulher do parlamentar. Desde o início do mandato, o deputado já gastou R$ 38 mil — embora ele tenha apenas, segundo Luciano, um carro à disposição do gabinete. "Até eu já abasteci o meu carro", admite o ex-funcionário.
O homem forte do deputado testemunhou as negociações que culminaram na assinatura de um convênio entre a ONG Centro Integrado de Apoio Profissional (Ciap), presidida por Dinocarme de Oliveira, com o Ministério do Trabalho no fim do ano passado. Segundo ele, foi o deputado quem escolheu a entidade, apesar de seu chefe de gabinete tê-lo alertado das suspeitas de irregularidades sob investigação. "O Dino me ajuda eleitoralmente. E se tiver problema, é com ele", afirmou o deputado ao seu chefe de gabinete.
O convênio de R$ 3 milhões, segundo afirma, é uma forma de compensação financeira pela ajuda que Dinocarme deu a Barbosa Neto na campanha passada e para a rádio, que é deficitária. Luciano conta que, numa certa ocasião, viu a mulher do deputado abrir a bolsa no carro. Dentro dela, estavam R$ 50 mil para pagar os funcionários da rádio. Luciano ficou no carro, mas notou quando o deputado, a mulher e o presidente do Ciap voltaram com o dinheiro. O ex-assessor político sustenta que uma das formas para justificar esses recursos da ONG era superfaturar o valor dos anúncios da faculdade Inesul, ligada à Ciap, na rádio. A parceria era tamanha que o deputado usava o jatinho particular de Dinocarme para se deslocar no estado, de acordo com o ex-funcionário.
A reportagem enviou, por e-mail, detalhes da denúncia à assessoria do deputado na sexta-feira de manhã. Às 16h, o deputado retornou a ligação e disse que estava sendo "vítima de uma chantagem", "uma armação eleitoral". Às 17h54, mandou uma carta em que nega que Luciano era seu chefe de gabinete e o demitiu por seu "comportamento amoral", sem explicar qual. O deputado acusa o ex-funcionário, a quem ele diz que responde a inquérito por tráfico de entorpecentes, de ter dado drogas para Rogério no dia da gravação. Refutou ser sócio oculto da rádio.
"Eu saí a pedido, nunca tive envolvimento com drogas e reafirmo na frente dele o que disse", rebate Luciano, que também é filiado ao PDT. Ele deixou as mesmas denúncias nas mãos do senador Osmar Dias, presidente do partido no Paraná. A reportagem não localizou as demais pessoas citadas por Luciano.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
sábado, 26 de julho de 2008
Cartão de crédito no aluguel Caixa
Cristiane CamposRio - A Caixa Econômica Federal lançará este ano o cartão aluguel para facilitar interessados na locação de imóveis. A modalidade vai dispensar as exigências de garantias, como fiadores, seguros-fiança, títulos de capitalização e caução (três meses de depósito). Atualmente, 6,5 milhões de brasileiros moram de aluguel no País. O novo modelo vai funcionar como o cartão de crédito. Segundo o vice-presidente da Caixa, Jorge Hereda, o inquilino vai receber o cartão para pagar o aluguel todos os meses. Se atrasar, o banco faz o pagamento ao proprietário, mas depois cobra, com juros. Nesse caso, as taxas de juros cobradas devem ser parecidas com as dos cartões de crédito, em torno de 10% ao mês. O banco vai avaliar a capacidade de pagamento do inquilino, antes de conceder o novo modelo de garantia. O produto será voltado para as classes média e baixa com renda de até seis salários mínimos (R$ 2.490). Hereda informou que o produto está pronto, mas, por envolver outras áreas do banco, precisa de alguns ajustes, como a área da tecnologia de informação fazer pequenas alterações no sistema para começar.O cartão aluguel da Caixa terá anuidade e o processo será o mesmo do cartão de crédito, ou seja, todo mês chegará uma fatura, com o valor devido. Para o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto, a iniciativa vai oferecer mais segurança aos proprietários e poderá fazer que as pessoas voltem a olhar para a locação como investimento, além de poder contribuir para a redução do valor dos aluguéis.O vice-presidente do Secovi Rio, Manoel Maia, apóia a iniciativa da Caixa e afirma que a nova garantia é positiva para o mercado. “O seguro-fiança ainda é um produto caro. Acredito que o modelo será mais acessível porque a Caixa tem um compromisso social”, diz Maia. De acordo com Márcio Murad, gerente-geral de Seguros da Apsa, o cartão aluguel é bem-vindo, mas a Lei do Inquilinato (8.245/91) prevê apenas quatro possibilidades de garantia (caução, fiança/fiador, seguro-fiança e a Lei 11.196/2005, que abriu a possibilidade de usar os fundos de investimentos como uma garantia). Seguro-fiança deve ser pago anualmenteO seguro-fiança tem crescido no mercado. No Rio, o modelo representa em média 1,2 o valor do aluguel e dos encargos (cota condominial e IPTU) e deve ser pago todo ano. Funciona como um seguro de carro. O gerente-geral da Corretora Apsa, Márcio Murad, diz que, para o aluguel de um apartamento na Tijuca de R$ 700, incluindo os encargos, o desembolso com a garantia será de R$ 840. O valor poderá ser pago em quatro vezes sem juros ou em 12, com juros de 19% ao ano. Já no título de capitalização, o valor é definido pela administradora, mas pode variar de 3 a 12 meses o aluguel mais encargos. O título fica em nome do inquilino.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Diretoria do IPCC
Presidente: Helena Pereira Oliveira
Vice-Presidente: Clemilda Thomé
1º Secretário: Altair Pissaia
2º Secretário: Brasil Paraná de Cristo
1º Tesoureiro: Carlos Alberto Farracha de Castro
2º Tesoureira: Márcia Abujamra
Conselho Fiscal
Titulares:
Clovis Edecio Müller
Humberto Malucelli Neto
João Elias de Oliveira
Suplentes :
Ana Maria Taques Ghignone
Jorge Sebastião De Bem.
Lílian Vargas
Conselho Deliberativo
Carla Mocellin
Daniela Almeida Farracha de Castro
Dom Moacyr Vitti
Eunice Lukwski Zacharow
Evelyn Cotait Nascimento
Flora Madalosso Bertolli
Francisco Nogueira
Ioko Margareth Hara
Jorge Eduardo Wekerlin
Joseph Galiano
Juril Carnasciali
Keiko Ishitani
Lenita Benato
Lourete Fayad Tacla
Maria Cecília Rosenmann
Maria Christina de Andrade Vieira
Maria Inês Borges da Silveira
Nice Braga
Olga Jorge Kalluf
Reinaldo Cordeiro Jr
Diretoria Executiva
Gerências
Adm. Financeira: Carlos Henrique Ribeiro
Comercial: Pedro Violani
Ação Social: Maria Luiza Grein Vieira
Coordenação
Marketing: Karla de Almeida Santos
Parceria e Eventos: Carlise Kwiatkowski
Captação de Recursos : Juliane Daitschman Toniolo
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Para ocultar dinheiro, Urbs usa cheques da prefeitura

A Urbs, empresa municipal de economia mista que gerencia o transporte e o trânsito da cidade, tem utilizado cheques da Prefeitura de Curitiba para efetuar pagamentos de suas despesas, como forma de ocultar a movimentação de seus recursos financeiros. A denúncia é do Sindicato dos Trabalhadores em Urbanização de Curitiba (SindiUrbano), entidade que representa os trabalhadores da empresa.
O SindiUrbano já denunciou o fato ao Ministério Público. Cópias de cheques assinados pelo diretor administrativo-financeiro da Urbs, Ricardo Smijtink, utilizados para o pagamento de rescisões trabalhistas, comprovam a acusação.
Nos cheques do banco Itaú, abaixo da assinatura do direito, aparecem o nome “Prefeitura de Curitiba” e o CNPJ da administração municipal.
“As contas correntes da Urbs não têm movimentação financeira. Numa ação movida pelo Ministério Público do Trabalho, quando a Justiça determinou o arresto de uma multa de R$ 100 mil, havia apenas R$ 5 mil na conta”, revela Valdir Mestriner, presidente do SindiUrbano.
Após a denúncia feita pelo Sindicato, a Urbs passou a fazer a maior parte dos pagamentos de rescisões em dinheiro vivo.
A Urbs teria em seu nome, entre outras dívidas, um débito milionário contraído após a construção da Rua 24 horas, inaugurada em 1991, durante a gestão de Jaime Lerner.
Desvio de recursos
Ex-secretário de Administração do governo Jaime Lerner, o diretor Ricardo Smijtink teria sido “afastado” do cargo de diretor da Urbs há algumas semanas, após a descoberta de um esquema de desvio de recursos no departamento jurídico da empresa.
No início de junho, o chefe do setor, o advogado Sidney Martins, foi demitido por justa causa. Uma série de depósitos judiciais do departamento jurídico foram desviados do caixa da Urbs. Ainda não se sabe o valor total do rombo aos cofres públicos. Havia depósitos de até R$ 150 mil.
O SindiUrbano contesta a versão de que Ricardo Smijtink estaria hoje afastado do cargo de diretor da Urbs. “Existem provas testemunhais de que ele está despachando à distância, na Prefeitura de Curitiba, inclusive assinando documentos”, aponta Valdir Mestriner. “Muitas decisões ainda são tomadas somente após seus subalternos terem autorização expressa dele.”
Ao sindicato, tanto a Urbs quanto o próprio diretor informaram que ele estaria “em férias”.
O atual presidente da Urbs é Paulo Schimidt —secretário de Educação do ex-prefeito Cassio Taniguchi (DEM, ex-PFL) durante seus oito anos como prefeito de Curitiba. Indicado pelo prefeito Beto Richa (PSDB), que fora vice no segundo mandato de Taniguchi, Schimidt ainda não se pronunciou publicamente sobre o caso. Richa, também não.
Culpado ou incompetente
O sindicato vê com estranheza o fato de o diretor administrativo-financeiro da Urbs procurar se desvincular das ações praticadas pelo ex-procurador jurídico. “Ele [Smijtink] controla tudo na Urbs, inclusive os e-mail dos funcionários”, afirma Mestriner.
Em entrevista ao jornal “Gazeta do Povo”, o diretor disse que, antes de 2003, “muita coisa na Urbs não passava nem pelo financeiro nem pelo jurídico da empresa”.
Ao que o presidente do SindiUrbano responde: “Se antes de 2003 as coisas estavam erradas, havia uma oportunidade para o diretor tomar providências e apurar todas as irregularidades. Mas a única coisa que fez foi afastar funcionários e colocar em seus lugares pessoas sem concurso público”.
“Se o diretor de fato é ‘inocente’, no mínimo deveria ser demitido por incompetência, visto que há um grande desvio de dinheiro no nariz dele.”
Série de escândalos
Questionado há alguns dias pelo próprio SindiUrbano a respeito do desvio no setor jurídico, Ricardo Smijtink alegou que a “lábia” de Sidney Martins teria “enrolado” toda a diretoria da Urbs. O sindicato apurou que uma auditoria feita regularmente na empresa já havia apontado o fato de não haver documentos e nem tampouco depósitos referentes à devolução de recursos provenientes de ações judiciais.
Numa assembléia sindical realizada no último dia 21 de junho, os trabalhadores da Urbs aprovaram por unanimidade uma moção que pedia investigação e providências quanto a uma série de irregularidades constatadas na empresa nos últimos dez anos.
Entre as irregularidades listadas estão a apropriação indébita de recursos do EstaR, a venda de vales-transporte falsos, o escândalo das multas ‘anistiadas’, as demissões arbitrárias e injustas, a realização de concursos públicos ilegais.
“Temos certeza de que todas as mazelas que a Urbs vem enfrentando nos últimos anos são frutos da incompetência e da falta de princípios éticos e morais que perduram no âmbito da empresa gestão após gestão”, diz trecho do documento. “Chegou a hora da empresa ser passada a limpo, é preciso por um ponto final nas sucessivas demonstrações de falta de zelo com os recursos públicos e punir exemplarmente os responsáveis.” (site do PR, 13/08/07).
Caged, empregos nas cidades
| Posição | Municípios | Saldo de empregos gerados de janeiro a maio | Variação em relação ao mesmo período de 2007 (%) |
| 1º | São Paulo-SP | 123.117 | 3,75% |
| 2º | Rio de Janeiro-RJ | 37.867 | 2,38% |
| 3º | Belo Horizonte-MG | 29.720 | 3,78% |
| 4º | Curitiba-PR | 19.158 | 3,47% |
| 5º | Brasília-DF | 15.710 | 3,01% |
| 6º | Porto Alegre-RS | 10.459 | 2,47% |
| 7º | Salvador-BA | 10.263 | 2,26% |
| 8º | Goiania-GO | 9.882 | 3,33% |
| 9º | Campinas-SP | 9.433 | 3,11% |
| 10º | São José dos Campos-SP | 8.451 | 5,53% |
| 11º | São Bernardo do Campo-SP | 8.365 | 3,57% |
| 12º | Manaus-AM | 8.307 | 2,68% |
| 13º | Franca-SP | 8.266 | 11,97% |
| 14º | Pontal-SP | 8.075 | 127,07% |
| 15º | Fortaleza-CE | 7.497 | 1,86% |
| 16º | Joinville-SC | 7.464 | 5,20% |
| 17º | Guarulhos-SP | 7.323 | 2,90% |
| 18º | Caxias do Sul-RS | 7.136 | 5,11% |
| 19º | Sertãozinho-SP | 6.977 | 17,62% |
| 20º | Ribeirão Preto-SP | 6.709 | 4,48% |
| 21º | Campo Grande-MS | 6.668 | 4,79% |
| 22º | Santa Cruz do Sul-RS | 6.434 | 22,47% |
| 23º | Sorocaba-SP | 6.276 | 4,61% |
| 24º | Maringá-PR | 6.128 | 6,15% |
| 25º | Natal-RN | 6.041 | 3,64% |
| 26º | Jundiaí-SP | 5.821 | 4,63% |
| 27º | Venâncio Aires-RS | 5.758 | 53,38% |
| 28º | Contagem-MG | 5.668 | 3,97% |
| 29º | Recife-PE | 5.578 | 1,53% |
| 30º | Piracicaba-SP | 5.264 | 5,30% |
| 31º | Uberlândia-MG | 5.201 | 3,96% |
| 32º | Londrina-PR | 5.130 | 4,53% |
| 33º | Camaçari-BA | 5.059 | 8,85% |
| 34º | Blumenau-SC | 4.989 | 4,72% |
| 35º | Cuiabá-MT | 4.897 | 4,55% |
| 36º | Araraquara-SP | 4.886 | 8,46% |
| 37º | Vitória-ES | 4.832 | 3,55% |
| 38º | Campos dos Goytacazes-RJ | 4.784 | 6,25% |
| 39º | Pitangueiras-SP | 4.689 | 94,59% |
| 40º | Belém-PA | 4.485 | 2,28% |
| 41º | Osasco-SP | 4.218 | 3,42% |
| 42º | Barra Bonita-SP | 3.954 | 24,79% |
| 43º | São José-SC | 3.772 | 6,35% |
| 44º | Poá-SP | 3.722 | 9,81% |
| 45º | Betim-MG | 3.709 | 4,30% |
| 46º | Santo André-SP | 3.630 | 2,43% |
| 47º | São José dos Pinhais-PR | 3.591 | 5,33% |
| 48º | Ipatinga-MG | 3.468 | 5,96% |
| 49º | São José do Rio Preto-SP | 3.467 | 3,64% |
| 50º | Araçatuba-SP | 3.408 | 10,17% |
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Publicidade da Prefeitura de Curitiba
Partes: MUNICÍPIO DE CURITIBA
BY VIVAS – AGÊNCIA DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA LTDA, C.C.Z.
PUBLICIDADE E MARKETING S/C LTDA. EXCLAM PROPAGANDA S/S,
MASTER PUBLICIDADE S.A. e VISÃO PUBLICIDADE LTDA.
Objeto: Aditivo n° 16454/04 ao Contrato para Prestação de Serviços de
Publicidade celebrado em 01.03.06. Prorrogação de Prazo por 12 (doze)
meses.
Data: 29.02.08
Valor: deste Aditivo R$ 24.048.666,66 (vinte e quatro milhões, quarenta
e oito mil, seiscentos e sessenta e seis reais e sessenta e seis centavos)
Dotação Orçamentária:
02001.041220080.2003 – 3.3.90.39.00.00 0 1 000 – SGM
03001.030620080.2009 – 3.3.90.39.00.00 0 1 000 – PGM
04001.041310080.2011 – 3.3.90.39.00.00 0 1 000 – SMCS
05001.041220080.2003 – 3.3.90.39.00.00 0 1 000 – SMAD
06001.041220079.2014 – 3.3.90.39.00.00 0 1 000 – SMRH
06001.041220079.2017 – 3.3.90.39.00.00 0 1 000 – SMRH
07001.041210080.2021 – 3.3.90.39.00.00 0 1 000 – SMF
07001.041220080.2003 – 3.3.90.39.00.00 0 1 000 – SMF
08001.236920060.2025 – 3.3.90.39.00.00 0 1 000 – SMAB
09001.123610053.2032 – 3.3.90.39.00.00 0 1 000 – SME
09001.123650053.2032 – 3.3.90.39.00.00.0 1 000 – SME
09001.123610053.2026 - 3.3.90.39.00.00.0 1 103 – SME
09001.123610053.2029 – 3.3.90.39.00.00.0 1 103 – SME
09001.123650053.2029 - 3.3.90.39.00.00.0 1 103 – SME
09001.123650053.2029 - 3.3.90.39.00.00.0 1 104 – SME
10001.041220077.2111 - 3.3.90.39.00.00.0 1 000 – SMMA
10001.181310077.2033 - 3.3.90.39.00.00.0 1 000 – SMMA
11001.041310080.2039 - 3.3.90.39.00.00.0 1 000 – SMOP
11001.041220080.2003 - 3.3.90.39.00.00.0.1 000 – SMOP
12001.151250078.2044 - 3.3.90.39.00.00.0.1 000 – SMU
12001.151250080.2003 - 3.3.90.39.00.00.0.1 000 – SMU
13001.271220049.2104 - 3.3.90.39.00.00.0.1 000 – SMEL
14001.061820050.2047 - 3.3.90.39.00.00.0.1 000 – SMDS
14001.061820050.2048 - 3.3.90.39.00.00.0.1 000 – SMDS
15001.041220080.2003 - 3.3.90.39.00.00.0.1 000 – SMAM
25001.041220080.2003 - 3.3.90.39.00.00.0.1.001 – IPPUC
25001.154510078.2053 - 3.3.90.39.00.00.0.1.001 – IPPUC
26001.041220079.2014 9192 - 3.3.90.39.00.00.0.1-001 – IMAP
26001.041220079.2014 9192 – 3.3.91.39.00.00.0.1-069 – IMAP
26001.041220079.2014 9192 – 3.3.90.39.00.00.0.2-081 – IMAP
27001.236950061.2108 – 3.3.90.39.001 (9206) – IMT
27001.231220080.2003 – 3.3.90.39.001 (9203) – IMT
27001.231220080.2003 – 3.3.90.39.029 (9203) – IMT
27001 236950061.2056 – 3.3.90.39.001 (9205)– IMT
27001 236950061.2056 – 3.3.90.39.029 (9205)– IMT
28001.131310048.2057 – 3.3.90.39.00.00.0.1-001 – FCC
28001.131220080.2003 – 3.3.90.39.00.00.0.1-001 – FCC
28001.131220080.2003 – 3.3.90.39.00.00.0.2-082 – FCC
28001.133910048.2059 – 3.3.90.39.00.00.0.1-001 – FCC
28001.133910048.2059 – 3.3.90.39.00.00.0.2-082 – FCC
28001.133920048.2059 – 3.3.90.39.00.00.0.1-001 – FCC
28001.133920048.2059 – 3.3.90.39.00.00.0.2-082 – FCC
29001.081220051.2062 - 3.3.90.39.00.00.0.1-001 – FAS
29001.081220051.2062 - 3.3.90.39.00.00 0 2-083 – FAS
29001.082440051.2062 - 3.3.90.39.00.00 0 1-001 – FAS
29001.082440051.2062 - 3.3.90.39.00.00 0 2-083 – FAS
30001.154510064.2109 - 3.3.90.39.00.00 0 2-015 - FUC/Trânsito
30001.154530066.2110 - 3.3.90.39.00.00 0 2-078 - FUC/RIT
31001.164820076.2065 – 3.3.90.39.00.02.085 – COHAB
33001.103020055.2068 – 3.3.90.39.00.00-0.1 – 303 – FMS
38001 082440051.2082 – 3.3.90.39.00.00 0 1-001-FMAS
38001 082440051.2082 – 3.3.90.39.00.00 0 2 099-FMAS
50001.041220080.2003 – 3.3.90.39.00.00.0 1 001 – IPMC
52001.041220080.2003 – 3.3.90.39.00.00. 0.2-027 – ICS
Companhia de Habitação Popular de Curitiba – COHAB – CT R$
185.000,00 (cento e oitenta e cinco mil reais)
URBS – Urbanização de Curitiba S/A R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais)
Processo: 007.166/2007-PMC.
(REPUBLICADO POR TER SAÍDO C/ INCORREÇÃO NO DOM Nº 33
DE 06/05/08)
O jogo dos doadores de campanha do PT - IV
Como já publicamos os doadores do prefeito Beto Richa (PSDB), nada mais justo do que o Magna Curitiba repetir a dose para o PT. Como sempre, vamos por partes. A lista é longa e esta é a última parte. Notem que, em 2004, o escândalo de mensalão era algo impensável.
O jogo é simples:
Ganha quem apontar o maior número de doadores que, de uma maneira ou outra, foi citado na investigação em Brasília. Ou ainda, quem figura também na lista de outros candidatos.
Perguntinha ao TRE, a Caixa Econômica pode fazer doação a candidato?GRAFINORTE S/A R$ 9.800,00
C. OFTALMOLOGICO DE A. COMPLEXIDADE R$ 8.000,00
RISOTOLÂNDIA R$ 7.985,00
G R EXTRAÇÃO DE AREIA LTDA R$ 7.000,00
SEVEN SERIGRAFIA LTDA R$ 7.000,00
MAURO JOSÉ AUACHE R$ 7.000,00
ROSANA DOS SANTOS R$ 6.300,00
SIEMENS LTDA. R$ 6.239,00
ROGERIO WALLBACH TIZZOT R$ 5.990,00
RENTAUTO LOCADORA R$ 5.800,00
LUIZ CLAUDIO ROMANELLI R$ 5.500,00
DANIEL DE OLIVEIRA GODOY JR R$ 5.000,00
ELSTER MEDIÇÃO DE ÁGUA S/A R$ 5.000,00
SANDRO LUNARDI NICOLADELI R$ 5.000,00
JOÃO BONIFACIO CABRAL JR R$ 5.000,00
ANTONIO SERGIO CUNHA CESCATTO R$ 5.000,00
DARTA CONSTRUÇÕES CIVIS LTDA R$ 5.000,00
ERNESTO KUGLER RODRIGUES R$ 5.000,00
FUSÃO ASS. EMPRESARIAL LTDA R$ 5.000,00
PRIMA CORRETORA DE SEGUROS LTDA R$ 5.000,00
HUDSON CALEFE R$ 4.745,00
UNIVERSAL EMPREENDIMENTOS R$ 4.500,00
NATALIO STICA R$ 4.000,00
JOSÉ ANTONIO ARAUJO FERNANDES R$ 4.000,00
CLAUDIONOR REUS R$ 4.000,00
ABSOLUT TRANSPORTADORA R$ 3.500,00
LAURI DALL AGNALO R$ 3.038,00
NOROESTE ADM DE BENS R$ 3.000,00
C.J PARTICIPAÇÃO E SERVIÇOS LTDA R$ 3.000,00
ABNER PEREIRA DA SILVA R$ 3.000,00
CO MUELLER COM. MOTORES E BOMBAS R$ 3.000,00
COPA PUBLICIDADE LTDA. R$ 2.625,00
BARIGUI VEICULOS S/A R$ 2.000,00
ANTONIO ALBERTO GARANITO R$ 2.000,00
PAULO JOSÉ BREDA BELICH R$ 2.000,00
CEMITÉRIO PARQUE DAS ARAUCÁRIAS R$ 1.500,00
M/SUL PAINEIS PUBLICITARIOS LTDA R$ 1.050,00
RPO MIDIA EXTERIOR R$ 1.050,00
SITA CONCREBRÁS S/A R$ 1.000,00
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL R$ 772,00
FLEEP S/A R$ 753,00
COCELPA - R$ 690,00
VELOMORAES PAINÉIS E CARTAZES LTDA R$ 525,00
IDENTIFIXE PUBL. E PROPOGANDA R$ 525,00
Recursos de Origens não Identificadas Sem CGC R$ 5,00
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Pelo Verde
ALFREDO VICENTE DE CASTRO TRINDADE - Ver. Zé Maria
DÁRIO ALBERTO PIRES CASTRO - Ver. Angelo Batista
DENISE PINHEIRO FRANCISCO - Verª. Dona Lourdes
Prof. DIMAS DE MELLO BRAGA - Ver. Tico Kusma
JOÃO BARBOSA RAMOS - Verª. Julieta Reis
JORGE ASSIS MODESTO PEREIRA DA SILVA - Ver. Serginho do Posto
LIANA MÁRCIA JUSTEN - Ver. Luizão Stellfeld
Profª. MARIA DO ROSÁRIO KNECHTEL - Ver. Sergio Ribeiro
MARILICE ZALESKI - Ver. Jair Cézar
Dr. NELTON MIGUEL FRIEDRICH - Ver. Paulo Salamuni
Prof. NICOLAU LEOPOLDO OBLADEN - Verª. Nely Almeida
OTAVIO LUIS DE BRITO MALUCELLI - Ver. Beto Moraes
PRISCILLA MARQUES ARRUDA - Ver. João do Suco
SAMANTA PINEDA - Ver. Roberto Hinça
SPVS-SOCIEDADE DE PESQUISA EM VIDA SELVAGEM E EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Ver. Dr. Valdenir Dias
VOLVO DO BRASIL - Ver. Jorge Bernardi
ZULEICA NYCZ Ver. Aladim Luciano
DATA: 19 de Junho de 2008
HORÁRIO: 20:00 horas
LOCAL: Palácio Rio Branco - Câmara Municipal de Curitiba
Rua Barão do Rio Branco nº720 - Curitiba - PR
terça-feira, 3 de junho de 2008
Urbs não comparece à audiência da Linha Verde
O parlamentar salientou que um relatório produzido pelo DENIT – Departamento Nacional de Infraestrutua – no ano de 2003 apontou diversos problemas no projeto de revitalização que até hoje não foram corrigidos e que tem relação direta com as deficiências que o próprio parlamentar vem divulgando. “Tenho restrições ao projeto e as divulgo também na condição de motorista que sente dificuldades para trafegar em muitos trechos da BR 476”, afirma.
Na presença de sindicatos de motoristas, engenheiros do DER- Departamento de Estradas e Rodagem e do diretor do DENIT David Gouveia, o deputado apresentou os principais aspectos a serem revistos e comparou a malha viária de Curitiba e Região Metropolitana com a de São Paulo, para exemplificar a necessidade de mais Interseções em desnível no projeto. Kielse acredita que se isso não for feito, a futura Linha Verde poderá provocar aumento no número de acidentes, principalmente, atropelamentos. Citou a Marginal Tietê, que abriga 18 interseções entre viadutos e pontes em menos de 25 km de rodovia e a Marginal Pinheiros, com 16 interseções distribuídas por 22,3 km de estrada.
O parlamentar também pediu que fossem levados em conta para a revitalização, o rápido crescimento populacional da região metropolitana, que aumentou 4,4% de 1996 a 2000. Segundo os dados divulgados, atualmente a população de São José dos Pinhais soma 300 mil pessoas.
Outro ponto abordado foi a poluição. De acordo com as informações repassadas aos presentes pelo parlamentar, o nível de poluição em Curitiba está duas vezes acima do tolerado pela OMS – Organização Mundial da Saúde. A diminuição de sinaleiras, trocando-as por trincheiras em relevo, possibilitaria a diminuição de gases poluentes no ar à medida que os veículos não precisassem frear. Foi o que explicou o deputado.
“Tentamos, por várias vezes, sensibilizar os responsáveis pela obra, desde a época do ex-prefeito Cássio Taniguchi há 3 anos e meio. As obras, nesse momento, possibilitam total adaptação sob o aspecto da construção de trincheiras e, no momento, o Viaduto da Av. Salgado Filho”, explicou Kielse.
Para ele a Avenida Salgado Filho é a que mais precisa de atenção, pois é responsável pelo 4° maior congestionamento do país. “Também temos o comprometimento do Governo do Estado para execução de outros projetos, dando seqüência à desobstrução da BR-476, transformando-a numa via moderna, consistente e que dará vazão às necessidades mesmo com a intensificação do número de veículos”, afirmou kielse. O parlamentar afirmou que conversou com o governador sobre a possibilidade do DER executar a obra e o estado se posiciona favoravelmente, o que diminuiria os custos para a realização do projeto.
A URBS não compareceu à audiência. Segundo o parlamentar o convite foi dirigido ao presidente da empresa Paulo Schimitt, em mãos, pela sua assessoria.
O promotor público, Sancler Oliveira, que acompanha a ação popular movida pelo vereador André Passos contra o projeto, também deu sua opinião. Para ele os bairros que ficarem do outro lado da linha, afastados de Curitiba, continuarão com o mesmo prejuízo. “O impacto ambiental não está adequado. Uma via comum acarretaria os mesmos problemas que a região tem hoje”, disse. A ação de André Passos argumenta a nulidade do licenciamento ambiental das obras porque ele não foi submetido á decisão do Estado.
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Mobilização das centrais em Curitiba
A avaliação dos coordenadores da manifestação aponta que cerca de 1 milhão de pessoas foram envolvidas diretamente com as ações promovidas neste dia em todo estado.
Bloqueio do Transporte Público - Muitas atividades foram realizadas em diversas cidades, como passeatas, protestos, atrasos na entrada de turno, entre outras, mas a principal delas ocorreu mesmo na capital. Por volta das três horas da madrugada, os militantes das centrais se concentraram em diversos pontos de Curitiba. O objetivo era atrasar a circulação dos ônibus do transporte público, com bloqueio dos veículos nos portões das garagens.
A CUT ficou responsável pela paralisação em uma das empresas. Os cutistas conseguiram impedir o tráfego dos ônibus por cerca de uma hora. Nem mesmo a tropa de choque da Polícia Militar (Ronda Ostensiva de Natureza Especial - Rone) intimidou os manifestantes. Quando os oficiais chegaram ao local e tentaram desobstruir os portões da empresa, os trabalhadores sentaram no chão e gritavam palavras de ordem como “você aí de farda, também é explorado!”, “uh, ah, 40 horas já!” e “empresário, não arrebenta, nós queremos as 40!”.
No entanto, a Rone atuou com truculência desnecessária. Os policiais empurraram, chutaram e deferiram golpes de cacetete contra os trabalhadores e acabaram conseguindo liberar o trânsito antes do previsto, por volta das 06h da manhã. A intenção era manter o bloqueio até as 07h. “Vamos cobrar do governador em exercício, o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador Vidal Coelho, sobre essa ação violenta contra uma manifestação pacífica. Isso nos remete aos tempos de governos neoliberais”, afirmou Roni Anderson Barbosa, presidente da CUT-PR.
Também ocorreram registros de incidentes violentos envolvendo a tropa de choque nas paralisações em outras garagens. O pior deles foi no bloqueio da rodovia do Contorno Sul, onde os policiais avançaram com as viaturas sobre os trabalhadores, bateram com cacetetes e dispararam armas de fogo. Alguns manifestantes saíram do ato com ferimentos e outros 10 foram presos e liberados logo em seguida. Paralisação da BR 116 – A ação da polícia não conteve as manifestações. Os trabalhadores ligados à CUT não ficaram acuados. Saíram da garagem de ônibus e definiram uma nova estratégia: bloquear a BR 166 na altura do trevo da PUC – Pontifícia Universidade Católica do Paraná.
Dito e feito! Com o auxílio dos carros de som, conseguiram impedir o trânsito nas duas vias da BR por cerca de 30 minutos, o suficiente para gerar um grande congestionamento, que foi aproveitado para orientar os motoristas sobre as razões do protesto e distribuir o jornal específico do Dia Nacional de Lutas. Após o bloqueio, os manifestantes saíram em carreata até o local da concentração seguinte para encontrar os trabalhadores das demais centrais. Marcha
Unificada – Cada central sindical e sua militância estava com atividades em locais diferentes, mas, ao final dos protestos madrugueiros, todos se concentraram na Praça Afonso Botelho, mais conhecida como Praça do Atlético Paranaense. Por volta das 10h30, cerca de dois mil trabalhadores saíram em passeata pelas ruas do centro da cidade em direção à Praça Rui Barbosa. Com muitas faixas, bandeiras e cartazes a favor da redução da jornada de trabalho, a marcha ocupou todas as pistas das avenidas por onde passou, num trajeto de aproximadamente 1km. O Dia Nacional de Lutas pela Redução da Jornada em Curitiba terminou às 12h30, com discursos inflamados das lideranças de cada Central Sindical e das principais entidades dos movimentos sociais presentes. Os trabalhadores aproveitaram o grande fluxo de pessoas na Praça Rui Barbosa para coletar mais assinaturas no abaixo-assinado que pede a aprovação no Congresso Nacional da Proposta de Emenda à Constituição 393/2001, de autoria dos senadores Paulo Paim (PT-RS) e Inácio Arruda (PCdoB-CE), que prevê redução da carga horária semanal do trabalhador em 4 horas, sem redução de salários.
Linha Verde - discurso na Assembléia
Venho novamente a essa Tribuna não só para citar as obras que estão em andamento, como um projeto que nosso amigo, deputado Pugliesi, iniciou no DER, mas projetos de economicidade que foram demonstrados em mais de 4 mil km de manutenção de rodovias no Estado do Paraná. Projetos que estão sendo copiados pelos Estados de Santa Catarina e Minas Gerais, que abrangem 90% das cidades do Paraná.
Já que citei na semana passado o processo de análise que o DNIT fez sobre a Linha Verde, retorno a essa Tribuna com um pedido à Mesa já autorizado de uma Audiência Pública para Terça-feira, às 10 horas da manhã, na qual estamos convidando o presidente da URBS, Sr. Paulo Schmidt, os técnicos da URBS, os diretores do DNIT e não só o Dr. David Gouvêa, incluindo os diretores da autorização que foi dada provisoriamente à Prefeitura sobre a construção da Linha Verde. Trata-se de uma análise muito criteriosa que fizemos com engenheiros, com pessoas ligadas às áreas de Urbanismo, com a área de trânsito, de ex-funcionários da URBS, ex-funcionários do IPPUC, funcionários da COMEC e do DER, demonstrando que a mudança do projeto da Linha Verde é extremamente necessária. Extremamente necessária.
O congestionamento que temos neste momento, agora, às 5 horas da tarde na entrada de Curitiba deputado Romanelli, já chega a algumas filas de 2 a 3 km antes da Linha Verde. Isto sem entrar na linha que temos hoje de conflito na construção da Linha Verde. Neste momento, estou com um funcionário embaixo do viaduto que cruza a BR no sentido das praias, sentido Paranaguá. A fila, neste momento, inicia ali e vai acabar perto da Vila São Pedro.
Perto das 18 horas, a fila avança e chega ao viaduto do Tarumã. Em todos os horários, não só na Linha Verde mas em todas as linhas do Binário que dão acesso à Linha Verde, vamos ter um conflito para o próximo ano e para o ano de 2010. Com a transformação única e exclusivamente da BR-476, antiga BR-116, numa avenida de Curitiba, sem os viadutos e as trincheiras que estamos batendo, teremos também realmente manifestações e movimentações milionárias. Repito, movimentações milionárias, de investimentos na Linha Verde, de grande empreendimento com 5, com 10, com 15 torres. Teremos o maior conflito de trânsito do Estado do Paraná.
A BR-476, antiga BR-116 que cruza o Atuba e o Pinheirinho, tem realmente uma importância fundamental para a Região Metropolitana. É fundamental, com todo respeito que tenho ao Prefeito Beto Richa, que o projeto da Linha Verde, realmente, tenha a inclusão dos viadutos e trincheiras.
Por isso, fui pontualmente falar com os engenheiros do DER sobre o custo não só das trincheiras e viadutos, mas também das passarelas que não estão contempladas no projeto da Linha Verde. Isto é, as pistas que estão alargadas, algumas com 2, com 4, com 12 pistas.
Deputado Luiz Carlos Martins, meu amigo e colega, o senhor imagine uma senhora atravessando 12 pistas na BR-476 sem nenhuma passarela. Com um sinaleiro intermitente, em 80, 90 metros de distância. Vamos ter, realmente, uma seqüência de acidentes. Tomara que, realmente, esteja prevendo acidentes que não venham a acontecer. Mas tenho a convicção que os congestionamentos já são evidentes, eminentes.
Necessária esse tipo de Audiência Pública, que estou pedindo a presença do nosso presidente da URBS. Quero frisar bem isso, que não estou irresponsavelmente vindo a essa Tribuna, pedindo a paralisação de uma obra. Eles podem continuar a obra, mas que haja mudança nesses trechos de conturbação e conurbação.
A conurbação é a interligação dos dois lados da nossa cidade de Curitiba, que não vai haver. Eles estão alegando que nós vamos ter uma modernidade, mudança estratégica. Está sendo nesse momento um grande erro se não tivermos essas obras estruturais. Fui ao DER ,ao DNIT, falei com o Governador Requião, com o Prefeito Beto Richa.
Não estou vindo aqui fazer politicagem, estou vindo aqui falar de um assunto temente a todos os cidadãos de Curitiba e Região Metropolitana. Falar dessa que seria, sem sombra de dúvida, um dos melhores projetos que teríamos em Curitiba e Região Metropolitana. Porém, transformar uma rodovia que nós conseguimos manter uma média de 60 km/h, que vai travar o sistema viário de Curitiba?
Estamos tendo uma Curitiba diferenciada. Uma Curitiba que muito bem demonstrou o nosso deputado Osmar nos programas de televisão do PFL, que o trânsito, se não ocorrerem mudanças radicais em sua metodologia, teremos realmente uma cidade travada, parada. São Paulo, com dez vezes mais veículos, com dez vezes mais habitantes que a nossa Curitiba, continua tendo o ciclo de veículos na cidade com a Av. Tietê e a Av. Pinheiros sem sinaleiros e a construção de 22 viadutos em São Paulo.
Por isso São Paulo, apesar de tudo, funciona: porque coloca viadutos. Tire os viadutos e coloque os sinaleiros em São Paulo. São Paulo acaba, pára, trava. É o que está acontecendo com a Linha Verde, a BR-476, e que vai se agravar ainda mais. O crescimento de 8% do número de veículos por ano em Curitiba, tendo uma frota de 1 milhão e 100 mil veículos entre capital e Região Metropolitana, não é condizente com esse projeto original. Nós discutimos os valores com o DER e quando falei na questão com o Governador Roberto Requião, ele autorizou o DER a entrar na obra caso tenha realmente a sensibilidade do Presidente da URBS.
É um assunto importantíssimo a esta Casa, importantíssimo na Região Metropolitana porque o caos, o contorno que nós vamos ter e está quase chegando ao seu limite, o contorno Leste que dá acesso saindo da divisa de Campo Largo até Campina Grande do Sul, também já têm um volume de veículos extraordinário. Mas com esses sinaleiros, com a abertura da Rua Anne Frank e com os terminais que serão construídos no meio da BR-476, vamos ter, talvez, um problema insolúvel depois das obras prontas. Porque todos os pontos das obras que estamos sinalizando, que são os pontos principais na Vila São Pedro, do acesso do nosso bairro Uberaba vindo pela Universidade Católica e todos os demais afluentes, das ruas dos binários que terão acesso a partir do final do mês de agosto, nós não teremos mais condições de consertar.
Na Vila São Pedro está escavada a obra onde deve ser construída a trincheira. O custo já será reduzido em no mínimo 30%, orçado por técnicos do DNIT e do DER. As obras da ponte de ligação com Uberaba também podem ser mudadas nesse momento. Incluo as ligações que ainda não foram feitas na Fagundes Varella, do Viaduto do Atuba, das ligações perpendiculares e da Brigadeiro Franco.
Por isso, solicito a todos os deputados, sem cor partidária, que possam participar. Deputados da Região Metropolitana, que sabem o quanto é importante termos uma via como BR, não como avenida, na BR-476, que será o coração do trânsito de Curitiba e da Região Metropolitana. Muito obrigado, Senhor Presidente.
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